Avisos Paroquiais
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PASTORAL DA SAÚDE

12/08/2009

 

Preparação e Organização

A Pastoral da Saúde deve ir ao encontro dos doentes tanto nos hospitais e casas de saúde como nos domicílios particulares. São ambientes diferentes que exigem também um modo diferente de fazer pastoral.
A Pastoral da Saúde terá como preocupação principal de toda a sua ação evangelizadora:

• Humanizar e cristianizar os ambientes de tratamento dos doentes.

• Dar um sentido cristão ao sofrimento.

• Atingir o coração do enfermo e aproximá-lo de Cristo.

• Levar o enfermo a tomar uma atitude de fé e esperança perante a dor

• Fazer do doente um apóstolo pelo exemplo de sofrimento assumido.

Um fator importante para essa Pastoral é ver, aceitar, atingir e tratar o doente como um todo: físico, psíquico e espiritual.

Para que um doente seja espiritualmente atendido não basta garantir a ele a visita rápida do Capelão ou algum Ministro da Igreja. É preciso que os profissionais da saúde estejam preparados, despertados na fé e conscientes de sua missão cristã junto ao doente.

A Pastoral da Saúde deve propiciar mudanças nas estruturas que atendem os doentes, tanto nos hospitais como nas casas de família, para fazer destes lugares sinais de Igreja Viva e presença de Cristo junto à pessoa que sofre.

O papel da Pastoral da Saúde é fazer entender que a tarefa de libertar as pessoas de seus males, de suas doenças, cabe:

• ao poder público: executando uma política de saneamento básico.

• à classe médica: tratando o doente como ser humano.

• aos enfermeiros e infermeiras e outros profissionais da saúde: fazendo da profissão uma vocação.

• às escolas de medicina e de enfermagem: profissionalizando e humanizando os currículos.

• aos familiares e amigos: dando ao doente carinho e atenção permanente.

• aos agentes de pastoral: levando o conforto espiritual.

• aos que visitam o doente: transmitindo uma palavra de otimismo, amor, solidariedade, esperança.

• ao próprio doente: assumindo a sua condição e libertando-se.

Compete à Equipe Arquidiocesana de Pastoral da Saúde dar assessoramento na organização dessa Pastoral dentro dos hospitais, casas de saúde, bem como na criação e animação das equipes paroquiais.

A Equipe de Pastoral da Saúde dentro dos hospitais terá, dentre outras, estas preocupações principais:

• Defender a vida humana em todos os seus aspectos.

• Ajudar na formação do chamado "ambiente terapêutico" dentro do hospital, onde tudo contribui para o bem-estar dos doentes.

• Humanizar, cristianizar o ambiente, de modo especial as UTIs.

• Garantir o atendimento religioso dos enfermos.

• Oferecer oportunidade de formação religiosa aos profissionais do hospital.

• Zelar pelo diálogo ecumênico, evitando o mal-estar de interesses proselitistas.

Organize-se em todas as paróquias a Pastoral da Saúde para o atendimento domiciliar de todos os doentes que, por terem suas forças diminuídas pela doença, não podem mais participar da Comunidade e não podem ficar marginalizados.

A Equipe de Pastoral da Saúde na Paróquia terá estas preocupações principais:

• Manter uma estatística atualizada dos doentes em seu território.

• Visitar periodicamente os doentes e acompanhar as suas famílias.

• Ligar o enfermo e sua família à Paróquia.

• Levar ao doente o conforto dos sacramentos (Confissão, Eucaristia e Unção dos Enfermos).

A Pastoral da Saúde, na Paróquia, deverá incentivar a criação de associações ou grupos de cultivo de amizade entre os doentes, provocando encontros entre eles (os que podem se locomover) e a terapia de grupo.

Conteúdo

O sentido da dor, do sofrimento e da doença, na Bíblia, tanto no Antigo, como no Novo Testamento.
Entender a dor e a doença como Jesus entendia.

A doutrina da Igreja sobre o sofrimento e o seu sentido.

Documentos da CNBB e outras publicações sobre Pastoral dos Enfermos e Pastoral da Saúde.

"As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem... são também as dos discípulos de Cristo"(G.S. 1).

Celebração

Missas, cultos especiais para os enfermos.
A Unção dos Enfermos e outros Sacramentos.
Celebração do dia do Médico, do Enfermeiro, etc...

Vivência e Apostolado

A atitude do cristão, do agente da Pastoral dos Enfermos terá que seguir o exemplo de Jesus.
Como Jesus, tratar a doença e o doente sem preconceito, sem fatalismo, sem manipulação e sem exclusivismo.

A omissão na hora da dor, do sofrimento e da doença é inesquecível e "imperdoável".

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